Nesta tarde, de temperatura bem quente, fui à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, no sentido de conhecer o Serviço de Apoio à Mobilidade, Projectos e Integração Profissional (SAMPIP), através do modelo de funcionamento que eles têm, cujo objectivo é a inserção dos seus estudantes no mercado de trabalho.
Desse modo, pude entender que, apesar de haver algumas diferenças, o projecto deles procura atingir os mesmos objectivos que do GAIVA.
Assim, as valências que o gabinete deles possui vai, de algum modo, ao encontro daquilo que pretendemos, ou seja, orientação e formação profissional para os seus estudantes: formação em como procurar emprego, bolsa de emprego e de estágios profissionais com ofertas afixadas em placards e realização de seminários abordando diferentes áreas temáticas.
Contudo, pude perceber que o gabinete deles está disponível a qualquer estudante, mesmo que não esteja inscrito. Neste aspecto, parece-me ser importante que haja um acompanhamento regular aos estudantes que já estão empregados, disponibilizando-lhes, tal como a todos os outros, informação acerca de novas ofertas de emprego. Isto porque poderão, por qualquer motivo, querer mudar de emprego.
Um outro aspecto que me cativou a atenção foi o facto de eles realizarem, também, seminários para a comunidade. Ou seja, se qualquer agrupamento escolar se deslocar à Faculdade, de modo a obter informações acerca do mercado de trabalho, por exemplo, o gabinete deles está inteiramente disponível para transmitir essa mesma informação.
Para finalizar, debatemos uma questão que me parece ser fundamental e que entendo que todas as instituições de ensino superior deveriam aplicar: as actividades extra-curriculares!
Estas actividades seriam orientadas não para o desenvolvimento de competências técnicas, mas antes para o desenvolvimento das competências sociais, pois os estudantes quando saem das Universidades devem ter consciência, na procura de emprego, que o Curriculum Vitae não é o único critério de selecção numa entrevista de trabalho. Ou seja, não devem apenas preocuparem-se com a nota média que tiveram no respectivo curso, mas devem também interessarem-se e potenciarem as suas capacidades enquanto seres sociais.
Deste modo, porque não ensina-los a estabelecerem relações sociais mais sólidas? É importante ter em conta que vivemos numa sociedade cada mais individualista que, apesar de evoluir nos contactos virtuais, caminha para o isolamento social no que concerne ao contacto físico.
Penso que é necessário criar, de algum modo, uma ligação afectiva entre a Universidade e o estudante, pois este viveu algumas das fases mais importantes da sua vida na instituição académica onde se diplomou.
Desse modo, pude entender que, apesar de haver algumas diferenças, o projecto deles procura atingir os mesmos objectivos que do GAIVA.
Assim, as valências que o gabinete deles possui vai, de algum modo, ao encontro daquilo que pretendemos, ou seja, orientação e formação profissional para os seus estudantes: formação em como procurar emprego, bolsa de emprego e de estágios profissionais com ofertas afixadas em placards e realização de seminários abordando diferentes áreas temáticas.
Contudo, pude perceber que o gabinete deles está disponível a qualquer estudante, mesmo que não esteja inscrito. Neste aspecto, parece-me ser importante que haja um acompanhamento regular aos estudantes que já estão empregados, disponibilizando-lhes, tal como a todos os outros, informação acerca de novas ofertas de emprego. Isto porque poderão, por qualquer motivo, querer mudar de emprego.
Um outro aspecto que me cativou a atenção foi o facto de eles realizarem, também, seminários para a comunidade. Ou seja, se qualquer agrupamento escolar se deslocar à Faculdade, de modo a obter informações acerca do mercado de trabalho, por exemplo, o gabinete deles está inteiramente disponível para transmitir essa mesma informação.
Para finalizar, debatemos uma questão que me parece ser fundamental e que entendo que todas as instituições de ensino superior deveriam aplicar: as actividades extra-curriculares!
Estas actividades seriam orientadas não para o desenvolvimento de competências técnicas, mas antes para o desenvolvimento das competências sociais, pois os estudantes quando saem das Universidades devem ter consciência, na procura de emprego, que o Curriculum Vitae não é o único critério de selecção numa entrevista de trabalho. Ou seja, não devem apenas preocuparem-se com a nota média que tiveram no respectivo curso, mas devem também interessarem-se e potenciarem as suas capacidades enquanto seres sociais.
Deste modo, porque não ensina-los a estabelecerem relações sociais mais sólidas? É importante ter em conta que vivemos numa sociedade cada mais individualista que, apesar de evoluir nos contactos virtuais, caminha para o isolamento social no que concerne ao contacto físico.
Penso que é necessário criar, de algum modo, uma ligação afectiva entre a Universidade e o estudante, pois este viveu algumas das fases mais importantes da sua vida na instituição académica onde se diplomou.

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