Quando hoje cheguei ao meu local de estágio, fui abrir um documento que me havia sido enviado, há algum tempo, sobre as informações dos estudantes já diplomados das escolas superiores de educação e de saúde do Instituto Piaget/Arcozelo.
Pude constatar que dos 349 alunos referenciados, 185 licenciaram-se na Escola Superior de Educação. Destes, 32 são homens e 153 são mulheres. Ambos residem em zonas geográficas díspares, embora quase todos sejam da região norte do país, principalmente do Grande Porto.
Pude também reparar que 4 pessoas do sexo feminino encontram-se em situação de desemprego (2,1%), enquanto do sexo masculino não há qualquer registo. Das pessoas que se encontram empregadas, 9 delas não exercem funções na área em que se licenciaram. Destas 9 pessoas, 8 são mulheres e, obviamente, 1 é homem.
Assim, chego à conclusão que apesar de haver situações que não correspondem ao que se espera de quem se diploma, ainda assim esse número é muito baixo, diria que residual (7%), comparando com as pessoas que se diplomaram e estão, efectivamente, a trabalhar na sua área de formação.
No entanto, convém referir que estes dados não são totalmente fidedignos por dois motivos: primeiro, não sei há quanto tempo foi realizada esta recolha de dados; segundo, estes dados apresentam algumas falhas de informação que se revelam importantes para o apuramento final dos dados e respectivas conclusões.

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